Pôr-do-sol

Certo dia estava eu em casa e minha digníssima mãe me pediu para levar o ajudante que trabalha com ela na casa dele. Eu estava com a máquina em casa, mas veio aquela perguntinha…

– Será que eu levo a máquina? Ah… Não vai ter nada pra fotografar. Melhor não levar.

Nesses anos que eu conheci a fotografia, eu pude perceber e entender que a fotografia é feita de uma coisa: Momento. O que faz com que a foto seja perfeita é a junção do momento com a técnica do fotógrafo. Esteja no lugar certo, na hora certa.

Continuando, não levei a câmera. No caminho, subindo alguns morros e etcéteras pelo mocambo a fora, eu me deparo com o pôr-do-sol mais lindo que eu tinha visto em Patos de Minas. Sabe aquela vontade de voltar e pegar a câmera e ao mesmo tempo você perceber que aquele momento é único? Não tinha como voltar, o tempo era aquele e pronto. Fiquei extremamente chateado com isso, pois por várias vezes eu tive esse “toque” que nada mais é do que o Espírito Santo me avisando que eu deveria levá-la. Mas como certas coisas nós só aprendemos errando, eu entendi que da próxima não tem erro.

No outro dia, no mesmo horário eu fiquei das 17:10 às 18:00 esperando e fotografando o “quase” mesmo entardecer…

Eis o resultado!

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